segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Mr. Garvey

Semana comemorativa do aniversário do Guerreiro Marcus Garvey e seu exemplo de resistência

Por Reggaemovimento.com

Bunny Rugs - Marcus Garvey

Na semana de aniversário de um dos maiores líderes de resistência política e conscientização racial na Jamaica e mundo, Marcus Garvey, o Reggae Movimento traz um pouco da trajetória deste pensador e ativista, homem de fé, que deu fundamento e sentido a luta e resistência contra a opressão política, racial e religiosa em relação aos negros. É importante ressaltar que a contribuição deste incrível pensador e articulador serviram ainda de base para reflexões profundas e interpretações sensíveis por parte dos seguidores da fé Rastafari.

No fragmento do estudo "A Jamaica e o Reggae para além do tempo e das fronteiras", que se segue, poderão perceber a imensa inconformidade de Garvey e sua constante movimentação em direção a um entendimento mais profundo das mazelas de seu povo ao longo de inúmeras nações.

Garvey deu inúmeras lições ao longo de sua trajetória da importância do sentir-se livre e da necessidade de se colocar como agente participativo e contestatório, ao invés de simplesmente assistir ao espetáculo da existência em conformidade com as injustiças e incoerências de uma sociedade desumanizada dos valores reais.

Para nós fica o exemplo e a lição, e o convite para mergulhar mais na vida e legado deste importante nome na história da Jamaica, inspirador de inúmeros artistas que respeitamos e admiramos na música reggae, e líder tão admirado e reverenciado pela fé Rastafari.

Foto de Marcus Garvey

Descendente dos *Marrons, Garvey foi o mais novo de uma família de 11 filhos, do qual 9 morreram ainda na infância. Moravam na cidade de St. Ann´s Bay, na Jamaica. Na mesma região que décadas depois, outro descendente de Marrons de grande importância também nasceria: Bob Marley.

*comunidade tradicional radicada nas montanhas Jamaicanas desde o período da escravidão, onde foi ponto de resistência , refúgio e articulação dos escravos africanos fugidos)

Marcus Garvey continuou o legado de resistência Marron, só que desta vez com outras armas, uma bem mais conhecida do poder instituído, mas não menos temida: a palavra. Com ampla cultura e articulação intelectual, Garvey se destacou desde a infância como promissor homem de idéias. Utilizando ferramentas de comunicação e luta distintas das usadas até então por seu povo para conquistar a liberdade, o jovem Marcus trocou os tambores, conchas e berrantes, por livros, destreza lingüística e o carisma característico dos grandes pensadores.

Ainda em Saint Ann´s, na região montanhosa da Jamaica, Marcus iniciou sua trajetória pessoal e profissional como aprendiz de gráfico, tendo seu pai como mentor intelectual e sob tutela de seu padrinho Burrowes, desenvolveu-se com refinamento no oficio. Com 19 anos partiu para capital Kingston buscando melhores oportunidades de trabalho, conseguindo se estabelecer como datilógrafo. Rapidamente avançou em suas funções até estrear como jornalista.

A partir daí inicia-se o processo de tensão decorrente do desenvolvimento de suas idéias e maior articulação político-social. Dois anos após sua chegada na capital, Garvey já se envolvera em uma greve por melhores salários em sua categoria de trabalho, sendo esta sua primeira experiência sindical. Como conseqüência de seu apoio e empenho no movimento e posterior insucesso nas negociações, Garvey perdeu seu emprego, e foi colocado numa lista negra dos empregadores, sendo incapaz de arrumar outro emprego na tipografia privada. Conseguiu, no entanto, uma vaga na imprensa do governo. Por esses anos Garvey também teve sua primeira experiência com jornalismo político, ao ingressar no National Club of Jamaica, um clube político.

Em 1907 Garvey consegue uma oportunidade de trabalho na Costa Rica, exercendo a função de fiscal de plantações de banana. Inevitavelmente se depara com uma cena muito semelhante ao que seus ancestrais passaram. Só que agora sob a tutela de homens livres, centenas de trabalhadores exerciam suas funções nas lavouras em condições precárias, com ausência de direitos justos, longas jornadas de trabalho, e uma remuneração miserável. Mais uma vez Garvey não se conteve no silencio e apatia, encarando mais um desafio rumo a uma reflexão mais aprofundada dos fatos. Saiu da Costa Rica e decidiu partir rumo a outras regiões, viajando pela América Central e do Sul, trabalhando e observando as condições de trabalho dos negros; passou pela Guatemala, Panamá, Nicarágua, Equador,Chile e Peru. Constatou a concordância das mesmas condições miseráveis de seu povo, sempre subjugado à pobreza, desemprego e abandono.

Em 1912 Garvey viaja para Londres onde se matricula em uma universidade e conhece um professor, que desperta seu interesse pela cultura africana e suas civilizações. Quando retorna a Jamaica em 1914, funda a Universal Negro Improvement Association “U.N.I.A” , firmada sobre a frase de efeito “One God, One Aim, One Destiny”- Um Deus,Uma meta, um destino. Contava este movimento com várias reivindicações de caráter social e igualitário voltados a para a inclusão em todos os níveis do negro jamaicano, sobretudo na educação. A organização criada por Garvey veio a se tornar a maior em prol dos negros em todo mundo, chegando a conter 996 filiais, em 43 países, com mais de cinco milhões de membros. (Campbell,1987).

A experiência em Londres foi muito importante para Garvey, tanto no sentido de entender o funcionamento de uma democracia quanto pelo fato de poder entrar em contato com vários africanos que, nascidos em outras colônias britânicas, iam estudar na Inglaterra. Com essas pessoas Garvey percebeu que os problemas da Jamaica eram muito semelhantes aos problemas enfrentados por populações negras de todo o mundo. Foi ainda em Londres que ele entrou em contato com os líderes do Movimento Pan-Africano, e conheceu a obra de Booker T. Washington.

Em 1917 Marcus Garvey fundou uma base da U.N.I.A no Harlem, New York, estimulado pelos movimentos negros que se mostravam cada vez mais articulados e motivados a lutar por seus direitos civis. Esta época ficou conhecida entre os ativistas como “renascimento negro”, uma resposta a opressão e discriminação sofrida, principalmente na região sul dos Estados Unidos. Neste local radicais da supremacia branca alimentados e orientados pela ordem secreta Ku Klux Klan, se empenhava em subjugar e assassinar negros. Garvey enfrentava esta situação com o poder de suas palavras esclarecedoras, informando através de seus artigos e discursos a condição e os absurdos sofridos pela população negra.

Uma das maiores bandeiras levantadas por Garvey, foi o direito de repatriação, muito bem expresso no texto África para os africanos, cujo trecho esta subscrito abaixo.

“A cor se tornou importante porque o homem branco achou conveniente usar a diferença racial para explorar os homens negros do mundo. Como africanos, nós vamos usar a questão da raça para nos unirmos, e escapar da opressão por parte dos homens brancos. Enquanto pessoas negarem nossa humanidade pelo fato de ser negro, nós iremos defender nossa humanidade como negros”. (Campbell,1987)

Marcus Garvey como homem de fé assumidamente cristã, não aceitava o fato de a bíblia e a religião ser utilizada como imponente arma de opressão. Neste discurso mobiliza o povo negro a pensar em um Deus materializado como negro, e não com a imagem tão difundida pelos colonizadores, branco com seus traços fisicos. Para Garvey, esta era uma estratégia cruel de diminuir e afirmar uma supremacia não só de ordem humana, mas divina, do branco frente ao negro, e por isso, combateu com veemência em sua vida esta abordagem:

“A IMAGEM DE DEUS – Se o homem branco tem a imagem de um Deus branco, deixe-o adorar seu Deus da forma que ele deseje. Se o Deus dos homens amarelos é da sua mesma raça, deixe-os adorar a Deus da forma que lhes cabe. Nós somos negros, achamos um novo ideal. Embora Deus não tenha uma só cor, porém é visto de acordo com a cor do ser humano, e desde que o homem branco enxergue seu Deus, nós começamos apenas agora (tardiamente) a enxergar a Deus através da nossa própria imagem. O Deus de Isaac e o Deus de Jacob. Nós negros acreditamos no Deus da Etiópia, o eternos Deus – Deus o pai, Deus o filho, Deus o filho de Deus o espírito Santo, o Deus de todas as idades. Esse é o Deus a qual acreditamos, então nós devemos o adorar através de nossa própria imagem e através da Etiópia”. (GARVEV citado em CAMPBELL, 1987:132).

Cada vez mais motivado por seus ideais e pelo calor e esperança que inspirava a seus seguidores, Garvey se envolveu em um pretensioso e arriscado projeto junto com a U.N.I.A. Criou uma companhia de navegação chamada Black Star Line, que com quatro navios tinha a intenção de possibilitar a repatriação dos negros que viviam fora da África. Tal ambição da U.N.I.A despertou a fúria dos rivais políticos , justamente por ir contra os interesses do poder oficial instituído, branco e racista, que não via com bons olhos os ideais garvistas e sua influência na numerosa população negra americana. Garvey, então, se viu no centro de especulações e injúrias sendo julgado e condenado sob acusação de fraude. Esta condenação resultou em um enfraquecimento e questionamento da integridade de seu movimento , além de lhe render uma deportação para Jamaica.

Marcus Garvey voltou para a Jamaica sendo reverenciado e considerado um verdadeiro profeta do amor e da união, principalmente pelos rastafaris, seguidores de princípios cuja origem remonta ao século XVII quando um ex-escravo, George Liele, fundou uma Igreja Baptista (Native Baptiste Church) na Jamaica. A princípio pode parecer um pequeno passo, mas foi exatamente aí que começou o movimento Rastafari. Não é então por acaso que a Jamaica se transformou no palco central do movimento Rasta. Uma história de resistência abriu o caminho para o que viria a acontecer. Baseados em idéias bíblicas de volta a terra prometida (do Judaísmo) e motivados pela certeza de serem vítimas de uma despatriação violenta e desonesta, o movimento atraiu a simpatia de líderes religiosos e políticos, dispostos a aderir à causa negra. Garvey se transformou em um de seus líderes, uma vez que pregava (segundo a sua própria interpretação da Bíblia o repatriamento para África (sendo a Etiópia a terra prometida) e a chegada de um novo Messias que conduziria os negros do mundo inteiro à salvaçao. "Quando um rei negro for coroado na África, é sinal que a redenção está próxima." (Marcus Garvey, 1927).

O ideólogo jamaicano faleceu em 1940, mas suas idéias perpetuam até hoje, tanto na Jamaica , como em vários paises africanos e núcleos de movimentos negros dos Estados Unidos e Europa.

* Fragmento da Monografia "A Jamaica e o Reggae para além do tempo e das fronteiras" da Geógrafa Andréia da Cal Azeredo com orientação do Professor José Carlos Milléo. (Departamento de Geografia - UFF , Universidade Federal Fluminense, 2008)

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Setembro Promete....

Próximo Drop..... Dropando a Serra das Araras novamente, Babylon by Micro-Bus, vai se jogar na dutra dia 13 de setembro. Cubas Libres pra receber os caras, OS CARAS, vindo lá de longe, de uma ilha virgem onde o verde é forte e as águas são tranquilas. É isso ae, Midnite novamente por aqui. Eu acho que eles são os melhores músicos de reggae do mundo, sem querer exagerar. ja ouviram falar de não imagem? e não som?? ahahaha.. muito além esse papo né. não perderia por nada esse show. SÁBADO DIA 13/SET NA FUNDIÇÃO PROGRESSO INGRESSOS DESENROLADOS E O MICRO TB. AQUELE MESMO ESQUEMA DO ULTIMO DROP PRA LAPA. R$ 25 MERRÉIS* - INGRESSO * PRA GARANTIR A VAGA R$ 25 MERRÉIS - MICRO ULTIMO DROP NEGUIM DEIXOU PRA ULTIMA HORA E QUASE PERDEU O DROP. AGORA NÃO TEM K.O. CONTATO PRO VOLUME 2 msn: papelfoa@hotmail.com orkut: Clique cel: 24 81238890

Pra Esquentar Pro Show

RATED R & DJ DIGGZ - THAT FLATBUSH MUSIC

1. Intro 2. Agallah ft l maze & rahsun- bulletproof vest (prod. by alexander the great) 3. Sas - tarantula 4. Lil wayne - pom pom 5. Fabolous ft junior reid - gangstas dont play 6. Byrd gang - what a gwon 7. Sizzla ft trife da god - war 8. Camron - pass the dutchie 9. Elephant man ft ghostface- bad man 10. Cormega ft bounty killa - killing for pleasure 11. Bounty killa ft raekwon- bulletproof skin 12. Trinity chris- set things straight 13. 50 cent- ryder music (mash-up) 14. Elephant man- banana clips 15. Foxy brown ft barrington levy- mr. dj 16. Sizzla ft movado & uncle murda- welcome to the east 17. Third world kommission ft lcd- to tha rescue (prod. by block money productions) 18. Young chris ft junior reid- run to the roc 19. Killa cam ft jim jones & lil wayne- bam bam 20. Red cafe- bam bam 21. Alpha ft gucci mane- dopeman's phone number (rated r remix) 22. A mafia ft 40 cal & ru spits- neva neva 23. Rick ross ft junior reid- i'm a boss 24. Young buck- on the corner (remix) 25. Bounty killa- it's ok, it's alright 26. Mavado ft jr writer- blood a run like hennessey (rated r remix) 27. Bun b ft sean kingston- i'm a gangsta (rated r remix) 28. Alliance ft scardem the movement 29. Bounty killa ft ti im straight mashup

LONGBOARDING VOLTA REDONDA MIXTAPE ( NOVA )

A MELHOR QUE JA FIZ ATÉ HJ.. OU A MAIS RECENTE HEHEHEHEH!! DEGUSTE AO SOM DESSA MIXTAPE E PREPARE-SE PRO MIDNITE... SHOW TRANCEDENTAL !!

Arte de Rua

Martha Cooper Subway Art Martha Cooper é uma fotógrafa americana especializada em arte antropológica. Rodou o mundo em busca de fotos únicas. Mas a principal área dela, foi e é o hip-hop. Começou a clicar os graffitis em Nova York no fim dos anos 70, e foi acompanhando toda a evolução dessa arte até os dias de hoje. Ela tem um dos maiores acervos fotográficos da história do graffiti americano, principalmente de Nova York. Autora de mais de cinco livros sobre o assunto desde os anos 80, a fotográfa acompanhou a vida dos precursores do estilo. Em seu primeiro livro, chamado Subway Art, lançado em 1984, Cooper retratou em pouco mais de 100 páginas tudo que rolava no graffiti de NY daquela época. Ela acompanhava sessões com as crews, invadindo os trens e metros, fotografando os tags e painéis dos principais nomes dos primórdios do graffiti. Trens e mais trens grafitados. Quem gosta de fotografia e curte o assunto, vai pirar com esse livro. Só catar.. O arquivo está em .pdf. Martha Cooper & Henry Chalfant - Subway Art (1984) Clique aqui pra baixar o Livro

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

terça-feira, 29 de julho de 2008

Long Board V.R. Speed Sessions Bananal City






















SALVE FAMILIA! OLHA NOIS AKI DE NOVO E DESSA VEZ TRAZENDO AS BOAS NOVAS DA TRIPZINHA DA GALERA DO FINAL DE SEMANA, COMO PROMETIDO AKI VAI UM POKO DO DIARIO DE BORDO DA FAMILIA LONGBOARD V.R REPRESENTANDO FORA DE VOLTA REDONDA DESSA VEZ.
SABADÃO 26 DE JULHO PARTIMOS COM DESTINO A BANANAL PRA DESBRAVAR A FAMOSA LADEIRA DO BANANAS CHAMP, NO COMANDO DO VOLANTE CHUCKY,CHAPOLIM DE CO PILOTO EU CRI E JULIANO DE PASSAGEIRO HEHEHEHE, E VAMU Q VAMU, CHEGANDO EM BANANAL UMA PARADA NAS LOTERICAS PRA FAZER UMA FEZINHA NÉ PQ 52 MILHÕES NAO É TODA HORA Q SE TEM PRA ARRISCAR...MAIS ENFINM VAMUS AO Q INTERESSA, COMO MARCADO COM A RAPEIZE DE LÁ, NOS ENCONTRAMOS NA PRAÇA E PARTIUUUUU PRO DROP UHULLLLLLLLL ( AMU MUITO TUDO ISSU RAPÁÁ)
DEPOIS DE ALGUNS SOBES E DESCE CHEGAMOS LÁ.... SUBINDO A SERRA, UM POKO DE TENSÃO DA GALERA, ASFALTO MEIO GROSSO, PISTA MUITO ESTREITA E CURVAS BEMMM CAVADAS, OLHAR DE PREOCUPAÇÃO TROCADA CRI X SHIMODA HEHEHEHE. PARADOS LA NO TOPO MAIS UMA PREOCUPAÇÃO, É Q TAVA ROLANDO FESTA NUMA CIDADEZINHA PERTO TORNANDO SE MAIOR UM POUCO O FLUXO DE CARANGAS PASSANDO, MAIS NADA Q NOS IMPEÇA DE NADA........BOM TE CONFESSO Q DE PRIMEIRA NAO CONSEGUIMOS DROPAR, AQUELAS CURVAS BEM CAVADAS NOS FEZ TEMER UM POKO O RISCO DE UMA QUEDA OU ATE MESMO O ENCONTRO COM UMA CARANGA, VIXII E COMO IA SER RUIM HEIM. ENTÃO FOMOS COMEÇANDO POR LA DE BAIXO, UMA PARADA PARA A EQUIPAÇÃO TOTAL,DETALE MUITO IMPORTANTE, EU CRI E CHUCKY NOS PREPARATIVOS DA ARMADURA DOS GUERREIROS COMBATENTE DAS ESTRADAS INGRIMES HEHEHE, E BORA SUBIRR, UMA CURVA ACIMA FOI O PRIMEIRO RECONHECIMENTO DO LOKAL, E LA FOMOS NOIS 3 LADEIRA ABAIXO, E ASSIM FOMOS SUBINDO ATÉ Q NO 3 DROP EU E CRI DESBRAVAMOS A FAMOSA LADEIRA DO BANANAS CHAMP, TE CONFESSO PELA SEGUNDA VEZ QUE FOI MEIO TENSO, MAIS NADA Q NOS IMPEDIU DE IR MAIS E MAIS E MAIS E MAIS, E PORRA BOM PRA CARALEOOOOOOOOO LADERA IRADA BROW MUITO BOA MESMO, E A GALERA TB BOTANDO PRA BAIXO, CHUCKY MANDANDO VÊ TB,CHAPOLIM FAZENDO A PREZA DAS FILMAGENS E DAS FOTOS,JULIANO DANDO SEUS DROPS TB, E A GALERA DE BANANAL TB METENDO AS CARAS, GUSTAVO E ESTEVIM BOTANDO PRA BAIXO E COM A PRESENÇA DE ALGUNS BROTHERS LOKAIS TB, E É CLARO Q NAO PODIA FALTAR UM CAPOTEZIM DE LEVE, ALEX LOKAL DANDO SUA ATERRIZADA NO ASFALTO E DEIXANDO A GALERA UM POCO PREOCUPADA, MAIS UNS RALADIM DE LEVE FAZ PARTE DESSE ESPORTE.
INFELIZMENTE ESSA TRIP TEVE UM DESFEIXO MEIO CHATO COM A ABORDAGEM DOS BOTA PRETA EMBAÇANDO O ROLÉ, E JUSTAMENTE NA HORA DO DROP DE FINALIZAÇÃO, AHHHHHHHHHHH FDPSSSSS
MAIS GRAÇAS AO NOSSO BOM CHUCKY NORIS TUDO CERTOOOOOOOOOO
VLW CHUKY VC É O CARA RAPÁ...
ENFIM CAMBADA, NÃO SEI, SO SEI Q FOI ASSIM...E ASSIM VOLTAMOS A NOSSA VOLTA REDONDA REALIZADOS E COM A CABEÇA FEITA DE LADEIRA.
VALEW A PREZA FAMILIA, E A PROXIMA TRIP EM BREVE SERÁ A VISTA CHINESA, Q AINDA ESTA SO NOS PLANOS MAIS PODEM TER CERTEZA E VAI SAIR, E VAMU BOTA PRA BAIXOO

A.L.O.H.A

quinta-feira, 24 de julho de 2008

ROLETADAAAA























DEPOIS DE ALGUM TEMPO SEM INVADIR NOSSA PROPRIA PRAIA MESMO SENDO LOKAIS QUE É NOSSA ENTERNA MUTUCA, EM PLENO ANIVERSÁRIO DE VOLTA REDONDA, CAIMOS PRO MELHOR PICO DA REDONDEZA, UMA EVENTUAL ROLETADA COMO NAO TINHAMOS A ALGUM TEMPO, MULEKADA REUNIDA NAO COMO NOS VELHOS TEMPOS MAIS COM A PRESENÇA DE ALGUNS NOVATOS COMO RICARDO PLAYBOY,JULIANO, VICTOR MACALÉ, FABIM E O GORDIM, EU E O CRI TB, E A PRESENÇA DA GALERA DE BANANAL ESTEVAN, GUSTAVO E MARQUIM.
COMO SEMPRE A SERRA ESTAVA IRADA , AQUELE VISUAL QUE SO A MUTUCA TEM, AQUELAS CURVAS BEM CAVADAS E OS SEUS BENDITOS 2,8 KM DE PURA EXTENSÃO QUE NOS PROPORCIONAM A MAIS PURA ADRENALINA CORRENDO NAS VEIAS. COMO DE COSTUME CHEGANDO LA NO TOPO AS MESMAS FALAS DE QUEM VAI LA PELA PRIMEIRA VEZ: CARAAAAAAAALHOOOO SINISTRAAAA HEIM!!!!
AHUIAHUIAHUIAHAHUAI
OS PRIMEIROS DROPS DA GALERA MAIS NOVA PRO LADO DO BAR, E SIMBORA BOTA PRA BAIXO, PAUZIMM COMO DE COSTUME TB NÉ EU E CRI NA SPEEDERA TOTAL, MEIO TENSO O PRIMEIRO DROP PELO TEMPO SEM BROTAR POR LA NÉ, MAIS NADA Q O SEGUNDO NAO NOS DEXE MAIS SOLTOS, MAIS ENFIM IRADOOOOOOO.
GALERA NOVATA TB COMPARECENDO DROPANDO COM VONTADE E DANDO APERFEIÇOAMENTO EM SUAS CAVADAS.
CURTIMOS A VERA PRATICAMENTE O DIA TODO, UM DIA ENSOLARADO NOS PROPORCIONANDO DROPS IRADOSSS, E DEPOIS DANDO INCENTIVO PRA GALERA COMEÇAR DE BAIXO E SUBINDO AOS POKOS PRA DROPAR A SERRA INTEIRA, AOS POKOS QUE SE CHEGA LA MACACADA, É ISSU AEEE
LONGBOARD V.R FAZENDO MAIS UMA PREZA NUM EVENTUAL ROLÉ, NAO VAMUS DEXA A PETECA CAIR NAO CAMBADA, LONGBOARD NA VEIA E VAMU BOTA PRA BAIXO PORRAA, TAMU JUNTOOO
ABRAÇO A TODOSSS
SABADAO TRIPZINHA PRA CONHECER O FAMOSO DROP DE BANANAL ONDE ROLAVA O BANANAS CHAMP, SEMANA Q VEM ESTARA POSTADO CONCERTEZA PASSO A PASSO DESSA TRIP MINHA E DO CRI.
A.L.O.H.A

terça-feira, 22 de julho de 2008

Lançamento

A lei agora é essa. Coloque o capacete e aumente o som porque o som é pesado! muito pesado!
e que venham os bafômetros! Fya Baby, Fya!
Mixtape Selassie Power ( DUB ) - Selecta Isaac Papel
Tam: 91mb, 79 min
Download: http://www.badongo.com/audio/10513589

domingo, 20 de julho de 2008

ROCKAMOVYA: Projeto do Groundation com grandes nomes!

Como estou vendo que isto aqui anda um pouco parado, decidi postar uma novidade pra galera que curte um verdadeiro som, com estudo, história e musicalidade! Mais uma vez inovando, a banda norte-americana Groundation vai além, em um projeto paralelo ao seu trabalho original, formou outra banda para a criação do "Rockamovya" – o álbum com o mesmo nome foi lançado no dia 17/06 e promete surpreender os fãs da banda e criticos.



Foi durante a turnê americana em fevereiro de 2006, comemorando o aniversário do mestre Bob Marley que a idéia do "Rockamovya" começou a ser elaborada. A turnê uniu pela primeira vez os 5 músicos que mais tarde viriam a formar o time. Alám dos membros do Groundation, estavam na turnê o legendário baterista e astro do filme Rockers, Leroy “Horsemouth” Wallace, e um dos maiores nomes do Jazz americano, com nominações ao Grammy (1997 e 2007) como melhor artista do Jazz contemporâneo, Will Bernard.

Em um dos intervalos da turnê, Harrison Stafford (vocalista do Groundation), Marcus Urani (tecladista) e Ryan Newman (baixo) se encontraram com Horsemouth e Bernard no Prairie Sun Studio para gravação de algumas “jams” ao vivo, e daí surgiria o trabalho a ser lançado nas próximas semanas.

As letras de Harrison, as batidas clássicas de Horsemouth, trazendo todo o peso da batera que já acompanhou nomes como Burninh Spear, The Abyssinians e o próprio Marley, as linhas do Jazz-Funk ao estilo anos 1970 de Bernard, o peso do baixo de Ryan e toda tecnologia do orgão B-3 e do piano Rhodes de Marcus fazem desse álbum algo único e diferente de tudo que ja foi lançado tanto pelo Groundation quanto pelos outros 2 gênios que formam esse grupo.

Galera, vale muito a pena conferir:

www.rockamovya.com
www.groundation.com
www.willbernard.com

Segue link para o download do CD:

http://rs386.rapidshare.com/files/120769992/ROCKAMOVYA.rar

ALOHA Long.. long.. ago!!!

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Só pra completar, segue um video feito no mesmo dia do post abaixo. Tá bem caseiro, sabe como é, não tenho estes macetes! Na boa, não sei se da pra perceber a adrenalina que bate, mais a parada é punk! Forte abraço galera! PAZ!

domingo, 15 de junho de 2008

DOWNHILL EM MAUÁ

Fala galera, tranquilo? De boa! Domingo passado fui pra Maringá em Visconde de Mauá, com um amigo que curte fazer um downhill de bike. Chegando lá encontramos mais uns caras que também se amarram em descer as pistas e dar uns saltos. Forte abraço ao pessoal de Mauá e Maringá, fomos muito bem recebidos. As fotos são da pista da torre, que fica ao lado da rampa de parapente, isso é pra se ligar na altura, nelas Ricardo (Maringá) e Kennedy "Chico".






Forte abraço a todos!
ALOHAAA!!!