segunda-feira, 6 de abril de 2009

Entrevista Comando Selva

PRA QUEM NÃO CONHECE, CHAPAÇÃO GARANTIDA MADE IN RIO DE JANEIRO Entrevista Comando Selva - 457FM http://podcast.com/episode/33006931/115161/ Da pra Salvar e Degustar Vaaarias vezes.. bonus no final, freestyle só pra quem é hehehehehe Escuta isso!

sexta-feira, 3 de abril de 2009

O ENCONTRO ! Parte 3 - Os Atletas -

O Blog ta bom.. muita coisa nova, mas ae.. faltava imagens dos atletas.. aos poucos estão aparecendo..
Video

O ENCONTRO ! Parte 2

por Mim, Mr. Paper...
Enfim, a onda passou! Ufa.... e que onda.. nada de marola como estamos acostumados aki na esfumaçada cidade... Chapou do skatista das antigas que ja tinha desanimado a anos aos organizadores que não desanimaram do evento, chaparam tanto os moradores quanto os pais que ficaram de boca aberta orgulhosos do filho e chapou principalmente a mulecadinha (que ainda estão rindo atoa das vacas sofridas no dia, do bicho da goiaba que trincou o braço e ta felizão, dos outros malucos de fora da cidade que quebraram tudo e os que são da cidade tb e não tinham contatos), enfim, geral chapado por causa do evento... até este que vos escreve. Nunca que eu imaginaria que o dia seria perfeito... até a chuva veio na hora prevista pra encerrar o evento.( diz o caco que não existe esse papo de Coincidência, alias.. cade o caco???? cade o cara??? vestiu a camisa do bomba e virou o bombeiro ninja.. só pode , mesmo assim, ele estava la hehehe.. o long dele salvou todo meu rolé, Todo!! por isso tb não acredito nesse papo de Coincidência).
Caraca, melhor impossível.. quanto mais o tempo passava, mais e mais gente aparecia. a maioria de amigos e os que não eram amigos naquele dia era como se fossem nossos irmãos de sangue.. ainda mais se viesse remando de skate ( rolou até um Eletrico, um muito louco com 2 rodas que nem sei o nome eheheh.. doidera pura ).
Muita coisa junta, acontecendo.. algo que mermão.. nós sempre tivemos vontade que acontecesse. digo desta forma, pois não passava na nossa cabeça fazer um evento.. não tinhamos nada de apoio, nada.O máximo que rolava com a gente era que as lojas daqui vendessem LONGBOARD pra gente. Não conseguiamos nem uma RODA ABEC 11 se não fosse encomendada. pra neguim ver como aki o que dominava era o STREET SK8. aos poucos a coisa começou a mudar.. meio que a galera não sentia firmeza na coisa.. nem eu dava muita importância.. eu caía muito. nunca andei de skate por isso senti aquela dificuldade normal que todo mundo sente.. e é aquilo... fui colar logo com os psicos: Cri e Shimoda que são viciados na tal da adrenalina.. mermão, os caras são psico d+, sem desmerecer o restante e sem querer puxar saco dos caras, só que é a realidade, certo.. quem duvida bota a cara na mutuca cortando o vento! Eu não.. deixe eu na marola da cidade por enquanto hibernando.. deixa o SHIMODA ganhar algo justo pelo que ele rala, deixa o CRI QUEIMAR NEURÔNIOS na Engenharia dele...
voltando ao assunto... o evento.. vou terminar de falar do evento: Se não fosse o cri comprando uma abec 11 e o japa depois, não teria rolado aquela evolução que no caso fez com que geral se interessasse pelas rodas, muito tempo depois... ( por ter andado no long dos caras ) é muita diferença. pronto, outro nivel.. agora não somos mais gafanhotos.. agora o final da história é assim: o japa passou a desenrolar as rodinhas pra gente de uma forma mais justa das que rolavam por aqui.. acabou surgindo a FIRE, a Associação de Skate e os contatos, algo que nunca tivemos... pronto, tudo do nosso lado..
A Coisa cresceu.. cresceu da forma natural, na marola da esfumaçada cidade é assim: Quem realmente SENTIR aquela NATURAL MYSTIC quando colocar aquele SOM POTENTE NO TALO e começa a REMAR pelas ruas da esfumaçada cidade embalados pela sonzera no ouvido, nunca mais deixarão de andar de long.. na boa.. até os coroas que não enxergam isso, quando passarem a enxergar, dinheiro com remédios nunca mais vão gastar!! lembro até de rimar nessa hora.. mas aqui a coisa é séria, nem é estória!
Muita gente tem visão limitada das coisas.. e como black alien nosso representante ja dizia : "Do ano 2000 pra frente, homens do passado, pisando no futuro, vivendo no presente. Há 03 tipos de gente: Os que imaginam o que acontece, Os que não sabem o que acontece, e NÓS que fazemos acontecer. Do Bolo ao Glacê !
Queria um dia ver vaaaaarias camisas na pista.. a primeira saiu graças ao japa, a 2ª podem cobrar dele . hehehehehe.. Afinal, Nós fazemos acontecer... Ops... Falaremos da FIRE , a loja do japa e do cabeludo... VESTIRAM A CAMISA.. SÓ saber aproveitar que a onda acabou de passar. ts........ hehehehehe Como Gosto bastante de musica, vai tb aquele presente pra todos Inna FIRE Style... COLOQUEM O CAPACETE E BONS DROPS!
JUNIOR REID - WHY I'M HOT MIXTAPE DOWNLOAD LINK: http://rapidshare.com/files/51516245/Junior_Reid__-_Why_Im_Hot_Mixtape.rar

quarta-feira, 1 de abril de 2009

O ENCONTRO ! Parte 1

Salvee Long Boarders de Volta Redonda....!! e agora de Juiz de Fora...Porto Real..Bananal..Barra Mansa..Mesquita..Paraty! por que não dizer..do Estado do Rio! e por que não do Brasill!! kkkk eh noix seus Psicos! Enfim o sonho da galera se realizou! um Encontro de verdade! ( com mais de 15 cabeças kkk) q isso mermão..a parada bombou e soltou o grito de Long Board pra mulekada da cidade..
Cheguei cedo no evento..ou +- cedo neh shimoda?? kk umas 9 hrs tava lá e pra minha surpresa neguim jah botando pra baixo na matinal msm..kk mulekadinha tudo doido! hiaahiau nem precisa dizer quem era neh naum...nem precisa falar quem tava desde 8 da matina deslizando no laranjal! huiahuai só podia ser Zona Sul neh naum Geda! kkk Zona Sul in tha House legal domingão de manha...enfim desde cedo tava chegando gente pro evento..a convovação tirou mto Long do quartinho dos fundos..
Então meus brothers era isso: mulekada chegando..Shimoda na correria kk Cabeludo nos mic's, açaí do Léo Baiano bombando..e a medida que o tempo passava mais e mais Brothers colavam e aumentavam a Família que nesse dia ia ficar Grande neguim.. só pra esquentar, olha o naipe das presenças.. SHIMODA(O CARA KK) DANI (DIRETO DO RJ) CABELUDO, PEDRO, MAURÍCIO NAVA, PICOLEZIN, PICOLÉ (OLD OLD SCHOOL DIRETO DOS EUA) LÉO BAIANO E FAMÍLIA (O CARA DO AÇAÍ KK) WANDER CRAZY! E FAMÍLIA, CHAPOLIM, ROMULO PRESUNTO(ESSE AÍ ATÉ ARREPIOU QDO VI DROPANDO...TEMPO Q NAO VIA ESSA CENA DESSE CARA..PARADA FODA), GODE, ISAAC (MICHAEL JACKSON KKKKKK) GEDA E FAMÍLIA ZONA SUL(REPRESENTARAM LEGAL), FABIM (O CARA DO JOELHO KK) FABIM WU TAN CLAN KK, FOME, MARCELO E ALINE, CABEÇA, ROMERO CRI (O CRIMINOSO), LÉO,JAJÁ ROLAMENTO, RAMON, ELTON (LINDÃO DA COLINA KK) RAMIRO E FAMÍLIA 1/4, ADELINE, LAURA (IOGAANDO O DOMINGO), BIBIULA SE JOGANDOO KK, MAKARRÃO, RONANZINHO, TERECO, GIBRAN (OLD SCHOOL SR DA MONTANHA KK) GALETTO E A GALERA DE BANANAL...GALERA DE JF REPRESENTANDO ! PORTO REAL..PARATY..BARRA MANSA..MESQUITA..enfim..teve mto mais gente,com certeza algum brother eu esqueci mais levem em conta o horário já kk (1 hra da manhã fí), mais nem ia caber aqui intaum sintam-se todos cumprimentados pela moral que deram ao evento que marcou não só a consolidação do Long Board em Volta Redonda e Região mais tenho certeza que lavou a alma de todo mundo que tava carente de um evento que levantasse o nome do nosso esporte! vlw msm..de verdade.. um salve aos patrocinadores: (Fire Skate Shop/Moto Mania/Canário Lanches/Shimoda/Pesca & Cia/By Polly/Roots Boards e em especial à nossa recem criada ASKVR (Associação dos Skatistas de Volta Redonda) nosso amigo Argolo e ao Prefeito Neto o Prefeito do Skate, que matou no peito toda a parada...lembrando também dos chatos de plantão que apareceram no local tentando embarreirar a diversão da galera... depois nem vi neguim lah mais.. kk eles fazem nossa alegria também! kk

Vou soltando aqui as fotos, que são inúmerass!! mais aos poucos agente recheia o Blog pra vcs..

É isso aí Long Boarders..mais um domingo feliz! ( como aqueles da Mutuca) mta mulekadinha..criançada fez a festa..famílias comparecendo..gente de tudo qto eh idade,credo,raça e condição social..esporte é isso..esporte é vida mermão..é lazer é diversão! pra fechar a rima intão mando um salve pros irmãos que sabem que é de coração!!! Long Board VR mais em casa do que nunca.

A L O H A !
chucky ao som de: FLUXO - 50° DE PROBLEMAS

terça-feira, 31 de março de 2009

Enquanto isso...

Nem comentarei sobre o evento dia 29, quem foi ja tá ligado, e quem não foi, ficará bolado quando sair o post que o shimoda ta preparando.. Sonzera pra quem ta na onda do evento ainda... Primeira Pedrada AUTOMATIC RIDDIM MARCIA GRIFFITHS & BUSY SIGNAL - AUTOMATIC MOJO MORGAN - RIVER NILE PEETAH MORGAN - BYE BYE RICHIE SPICE - OH JAH JAH ROMAN VIRGO - LOVE DOCTOR TORCH - TREAT HER LIKE A LADY DOWNLOAD Segunda Pedrada Mojo Morgan & Peter Tosh - Herbsman Anthem (Igziabeher - Let Jah Be Praised Riddim) DOWNLOAD

quarta-feira, 25 de março de 2009

Trip Japonesa

Não sei o que aconteceu, mas essa PORRA de cd não sai do repeat.. Fui degustando na beira rio indo pro trampo, no trampo rolou 2 vezes, voltei ouvindo viajando na beira rio... cheguei em casa e ja ta rolando novamente, só que agora com os graves potentes do som aki. mermão, ja ta explicado então.. pegue e ja se prepare.. pq. o clima aqui ta Teeeeensooooooooo.. GERAL VAI CHAPAR e DOMINGO TEM ENCONTRO !! PREPARE O ESPIRITO Degustem e Apresento os Japas do MUTE BEAT Mute Beat - 14 Echoes + 1 (20th Anniversary Edition) Released - 2002 Style - Ska, Reggae, Dub, Jazz Tracklist: 1) Still Echo 2) Hat Dance 3) Metro 4) Michishirube 5) Blue Beat Melody 6) From Russia With Love 7) Whisky Bar 8) Harmony in Martinigue 9) Lullaby for Frances 10) March 11) Everyday 12) Super Woofer Dub 13) Down Train 14) Deep Drift Dub 15) Jenka http://www.megaupload.com/?d=7BHTEDLW

quarta-feira, 18 de março de 2009

1º ENCONTRO DO LONGBOARD DE VOLTA REDONDA ! A L O H A ! ! !

1º ENCONTRO DE LADEIRA DE VOLTA REDONDA DIA 29/03 NA LADEIRA DA RUA 159 NO LARANJAL RUA DE BAIXO DO ESCADÃO, EVENTO COM RUA FECHADA AMBULANCIA SHOW COM BANDAS LOCAIS SORTEIO DE VARIOS BRINDES, COBERTURA DA BAND E MUITO DROP PRA GALERA , NAO PERCAM !! INICIO AS 10:00 INFORMAÇÕES FIRE SKATE SHOP 33421823 SHIMODA OU CABELUDO. É isso ae LongBoarders taí o Encontro que agente sempre sonhou em desenrolar aqui em VR! Espero a presença de todos... Só vai faltar a festinha agora kk Bons Drops! ALOHA! chucky ao som de: Mun Rá - Sabotage

terça-feira, 17 de março de 2009

Mulecada no caminho.....

Sem querer esnobar.. mas meu bairro é foda ahahahahahaha Cicuta, sabadão, adultos se preparando pra Rave que rolou em Juiz de Fora e as crianças.. ahahaha, as crianças... enfim, chapem com o video e não se esqueçam que são daqui do bairro !! Longboarding Voltaredonda Aplicado com Sabedoria de um Shawlin.. Degustem

quinta-feira, 12 de março de 2009

Reggae Power

Entrevista do CHICODUB p/ o Site Tranqueira.org, em nome da cultura pelo menos se informe :) é só ler, nem vai doer ahahahahaha. bons drops.. encontro na cidade né.. japa neles !!! segue ae a entrevista: Qual a contribuição da música popular jamaicana para o que hoje chamamos de “remix”? Quando isso surgiu? O que conhecemos hoje como remix originou-se na Jamaica, por volta de 1967, batizado de “version”. Até 1969, essas versões eram simplesmente formadas pela canção original – sem o vocal – com instrumentações adicionais de sax, trombone, guitarra, etc, dos clássicos de Rocksteady que dominavam os dancehalls. A coisa começa a mudar de figura quando os toasts dos DJs – os MCs jamaicanos – passam a ser gravados em disco. É importante citar que o DJ sempre existiu nos sound systems jamaicanos, mas é a partir das primeiras gravações do U-Roy mixadas pelo King Tubby que a categoria começa a se destacar e vira arte. Tubby manipulava a versão original retirando os excessos e deixando espaços para U-Roy cantar por cima da base, interagindo com a letra da fonte original – alguém aí pensou em Rap? Em paralelo, as versões instrumentais citadas acima vão se tornando mutantes, parecendo cada vez menos com suas matrizes. Toneladas de efeitos são adicionados, pedaços de músicas são recortados e colados em outras – alguém aí pensou em mashup? O engenheiro de som se torna artista e o instrumento usado é o próprio estúdio. A partir daí, em 1972, surge o Dub, versão totalmente minimalista que prioriza a essência da música jamaicana – o baixo e a bateria. A música jamaicana é uma das mais comerciais do mundo. Nada que não dê certo nos dancehalls e sound systems consegue sobreviver por muito tempo. Essas versões caíram no paladar do povo porque mostravam sucessos conhecidos em outras roupagens. O povo jamaicano sempre aprendeu a lidar com o pouco que tinha. Nada é jogado fora. De uma certa maneira, o que esses pioneiros fizeram não foi nada além do que já estava imbuído no sangue. Reciclagem. Muitas pessoas do meio eletrônico, principalmente da cena Drum’n'bass e mais recentemente do Dubstep, ainda hoje discutem sobre o caráter exclusivo do “dubplate”. Isso tem origem na Jamaica? Como isso aconteceu? O uso de dubplates inicia-se na Jamaica, nos anos 50. Ou seja, o termo “dubplate” – ou “special” – surge antes mesmo do nascimento do Ska, o primeiro gênero musical popular jamaicano. A busca a todo custo pela exclusividade sempre foi uma marca registrada entre os sound systems. Quando o som da vez ainda era o R&B americano, principalmente o Boogie Woogie sulista, os selectors dos sound systems arranhavam o número de matriz dos discos para ninguém saber o que estava tocando e assim conseguir uma cópia igual. A medida que esses discos vão desaparecendo com o surgimento do Rock’n'roll, os donos dos sound systems começam a prestar atenção nos cantores locais. É através dos dubplates que eles testavam a receptividade do público nos dancehalls. A reutilização de trechos pré-gravados, os “samples”, tem sido amplamente empregado pelos artistas e produtores jamaicanos para dar vida à novas faixas, versões, etc. Desde quando isso ocorre? Qual o motivo disso acontecer? É um uso puramente artístico ou também algo cultural, influenciado pela realidade econômica que persiste na Jamaica? Se uma música fez sucesso na Jamaica é certo que seu “riddim” ou base – baixo, bateria e melodia do naipe de metais ou órgão – vai ser retrabalhado por outro produtor. Até o início dos anos 90, o controle dos direitos autorais de uma gravação na Jamaica ficava nas mãos de quem bancou a sessão – o produtor. Ele ficava com os direitos sobre aquele fonograma em particular, mas não sobre seu conteúdo. Isso, aliado ao fato de que é economicamente seguro apostar em algo já devidamente testado, fez com que riddims consagrados passassem a ser regravados exaustivamente por outros produtores. É impressionante a quantidade de vezes que um riddim como “Real Rock” foi retrabalhado desde sua origem, em 1967, com o grupo Sound Dimension. São mais de duas mil vezes reutilizando a mesma base. Na internet, existem vários bancos de dados onde é possível checar o DNA desses riddims. Qual a importância da internet para difusão da música popular jamaicana pelo mundo? A Inglaterra desempenhou um papel importante nesse processo? A explosão do Reggae no mundo se dá através do Bob Marley. Só que via Inglaterra. Os ingleses sempre foram consumidores de música jamaicana. Mas é com a entrada da Island, a partir de 1973, que o negócio fica realmente sério. Bob Marley – e nenhum outro artista do Reggae – não aconteceria em escala mundial sem a exposição promovida pela Inglaterra. Porém, depois que ele se torna o embaixador do Reggae e, em 1981, morre, a percepção mundial do que é música jamaicana se congela. Uma coisa é um artista se tornar símbolo de um gênero. Outra totalmente diferente é ele se tornar o próprio gênero. A importância da internet está justamente no fato de mostrar que existe todo um universo além de Marley. A web proporcionou uma segunda explosão do Reggae, felizmente uma explosão muito rica, com artistas fazendo som de tudo quanto é tipo. Hoje, a música jamaicana já faz parte do pop mundial. Veja a Lilly Allen, por exemplo. Ao mesmo tempo, toda nova cena underground urbana traz algum elemento do Reggae, mesmo que escondido, dentro da sua gênese. Vida longa ao grave. A cultura do DJ, do vinil e das pessoas dançando ao redor do sistema de som pode ser vista hoje reproduzida, de uma forma ou de outra, dentro dos clubs. A Jamaica também pode ser considerada o berço disso tudo? Toda a cultura da música jamaicana é construída em torno do sound system, o rádio do povo: um sistema de som de proporções inimagináveis, tocando música mecânica, com um cara escolhendo os discos e outro animando o público e anunciando os patrocinadores. A origem do sound system nos anos 40 é puramente mercadológica. Nos bares, gramofones e caixas de som tocavam os últimos lançamentos de R&B, Jazz e Mento em direção às ruas, chamando o povo para consumir bebidas alcoólicas. Dez anos depois, o sound system se transformou no coração da comunidade, tocando para cinco mil pessoas por mais de 12 horas ao ar livre – alguém aí pensou em rave? Essa cultura do “DJ superstar” dos dias de hoje começa na Jamaica, nos anos 50. Os caras tinham uma importância maior que a dos próprios governantes nos guetos da zona oeste de Kingston. Davam ajuda financeira, conselhos, tiravam quem eles queriam das cadeias. O sound system na Jamaica perpassa a idéia de um bando de gente dançando e se divertindo. Ele foi a primeira manifestação de massa num país colonizado por 400 anos, com quase 300 só de escravidão. Como no futebol, cada jamaicano tem seu sound system do coração, seguindo todos seus passos e torcendo contra seus adversários nos soundclashes. E no topo disso tudo está o DJ e seus disquinhos de vinil. Longboard é cultura, até pra quem não tem antena que capte o sinal...

segunda-feira, 2 de março de 2009

MIXTAPE "SEGURA COM FORÇA"

RECOMENDO POIS ACABEI DE PRODUZIR E DEGUSTAR E NESSA O CHAPOLIM VAI CHAPAR !! também recomendo dar uma aumentada nos graves.. vai por mim.. DOWNLOAD